Minha vida é uma montanha-russa, a sua pode ser assim também.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

E era...

Sentada em um banco, em frente ao lago. No lago tinha um bote e um pai e seus dois filhos. A menina loirinha e com olhos verdes escuros segurava uma cestinha e uma sombrinha branca, protegendo-se do Sol. O menino de cabelos negros e olhos verdes como o da irmã, ajudava o pai com os remos. Nas mãos de Anne, um papel lacrado do hospital e, no pulso, um relógio. Ela o olhava de cinco em cinco minutos, queria que desse 17:30 para falar com ele. Respirou fundo e abriu delicadamente o envelope, pegou uma pasta branca e verde com papeis do exame e um que continha o sexo de seu filho ou filha. Ela respirou fundo e olhou para o papel... "Uma garotinha" pensou, um sorriso largo e uma lágrima caiu de seus olhos.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Lágrimas

- Anne
Ela ouvia, mas como estava sozinha nem ligava para virar, comia um pouco de salada que sua mãe preparou antes de ir para o hospital.
- Anne
Matigava delicadamente e massageava a barriga, já começava a aparecer uma saliencia, sorriu delicadamente, estava querendo saber o que era.
- Anne
Irritada com aquela voz que não parava, olhou para trás, e foi até a janela, perto das flores e do grande carvalho em seu jardim, tinha alguém lá, de pé. Ela não destinguiu quem era.
- Oi?
Ela ouvia soluços e baixos gemidos, a pessoa deitou na grama e passou as mãos pelo rosto tentando enxugar as lágrimas. Era ele.
- O que você.... ?
- Eu te amo, pode parecer que não amo as vezes, posso te trair, posso te bater e posso ter ficado puto ao ler aquela carta, mas eu te amo, não é de mentira, eu amo tanto que machuca, e te amo Anne, e te perdi.
Anne olhou para ele, mais confusa do que nunca, e agora? As lágrimas doces caindo dos olhos verdes dele.
- Eu te amo também - disse por fim.

terça-feira, 15 de junho de 2010

A descoberta

Ela acordou, havia babado um pouco mas estava feliz. Ela se virou e teve ma visão: Uma carta no chão amassada e rasgada no chão e um anel de prata no móvel. Ele descobriu. "Acho", pensou Anne, "depois dessa, não sou bem-vinda a mostrar minhas caras novamente no colégio ou nas ruas". Ela se levantou e foi lavar o rosto, nem ligava que ele havia descoberto... o que ela tinha era mas importante do que qualquer um. Não seria bem-vinda em qualquer outro lugar... mas é importante que ela se veja feliz.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Visita Inesperada

Ela estava dormindo, sonhando com as estrelas que olhava toda noite. Ele a viu, dormindo que nem um anjo. Ele gostava dela, ela era bonita e popular... Ele tinha um coração, não era mais a pessoa que se aproveitava dela... bom, era menos do que era. Mas a garota tinha dado o fora nele e ele precisava de alguém. Ele tinha entrado na casa dela, e ficado alguns minutos a olhando. Então a sua barriga roncou e ele se levantou. Estava com fome. Ele se virou e viu uma carta dobrada. Leu-a e releu-a. Não acreditava mais em nenhuma palavra que sua amada havia dito a ele. Pegou a carta e a rasgou e deixou o anel prateado em cima da mesa com a carta rasgada. Saiu da casa com lágrimas no rosto.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Cartas - Parte 2

" Minha Anne,

Como pôde voltar com ele? Depois de tudo que ele fez? Eu te amo, muito mesmo... fiz isso porque eu te queria, te desejava. Eu te amo de verdade, não sou que nem ele. Aquele dia... foi perfeito. Eu te amei, nós nos amamos. Se este filho for meu... eu juro que lutarei por ele e seremos uma família muito feliz. Mas... por favor. Você te que perceber que ele só te quer pelo seu lindo corpo, eu te quero porque te amo
Por favor, me escute, eu te amo, Christian"

Ela leu e releu a carta. Não sabia o que fazer, o que pensar, tocou a barriga e sentiu algo pequeno se mexendo. Lágrimas de felicidade e raiva saíram de seus lindos olhos verdes.

Cartas - Parte 1

Pega o papel. Respira. Pega a caneta. Pausa. Será que devo fazer isso?, pensou ela. Confusa pela historia do que a magoou, ela pensou em mandar uma carta para aquele que a ama. Mas, será o certo? Ela rabiscou o papel:

"Caro Christian,

Bem *respira fundo* não sei o que estou prestes a fazer... bom a dizer. Primeiro, estou com saudades... Mas... sabe, eu voltei com ele. E sim, estou esperando um filho... e voltei com ele porque ele disse a verdade pra mim, coisa que você não fez! Ele me disse que você disse à ele que transamos. Nós... nós prometemos que não falaríamos disso de novo, e agora,estou ás lágrimas, querendo saber quem é o pai do bebê que estou carregando.

Chocada, Anne."

Ela não acreditava no que tinha escrito, essa era a verdade por trás da história. Ela não acreditava que aquele em que confiava tinha partido seu coração.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Por que?

- Eu... eu não entendo... porque eu? Porque você tinha que fazer isso omigo e PORQUE quer voltar? - perguntou a garota, ela estava com seu ex numa praça, e eles conversavam.
- Porque eu te amo, não consegue entender? - disse ele.
- Se me amasse, não teria baijado outra na minha frente e ter transado com ela no mesmo dia - ela jogou, ele ficou confuso.
- Eu beijei ela e transei com ela porque voce estava me traindo - disse ele, o olhar de raiva.
- Te traindo, ah tá, eu te amava, seu idiota - ela fez menção de levantar, mas ele a puxou e ela ficou sentada de cara emburrada.
- Você me traiu com seu melhor amigo, aquele que foi embora, ele mesmo me disse, me jogou na cara, eu esperei voce chegar e beijei ela, e pra terminar levei ela pra minha casa, mas eu nem curti transar com ela, eu so queria transar, ela queria me beijar, me amar, ela me disse que a tratei como uma prostituta e foi embora. - ele contou, e começou a chorar, os olhos cheios de agua, e largou as mãos dela e as pois sobre o rosto.
A verdade veio a tona... Porque aquele em que ela confiava expalhou essa mentira?
- E... - continhuou ele, secando o rosto com as mangas da camisa - E ele disse, umas semanas depois, que o bebê, o seu bebê podia ser dele... Mas eu fiz as contas... e o bebê muito provavelmente é meu.
- Eu nunca transei com ele, meu amor - ela começou a chorar e abraçou ele, ele era o encaixe perfeito dos braços dela. - Eu te amo. Agora eu entendo.
E assim ficaram, juntos.