terça-feira, 11 de maio de 2010
Crack
E ela ficou lá, no escuro, naquele beco fedido e escuro. Deviam ser umas 2 horas da manhã, ela tinha sido expulsa de casa e ficou vagando pelas ruas, estava triste e chorava muito. Seu namorado a tinha trocado, beijara outra na escola e sua mãe achou uma caixa de um teste de gravidez. Apavorada, com a transa de última hora que eles tiveram, ela comprou na farmácia assim que voltou da escola, fez o teste. Positivo. Enquanto chorava, algum desconhecido a ajudava a fumar. Ela nunca experimentara o crack, sempre foram coisas mais leves, sabia que estava mais perto da morte. Mas não ligava, tentava viver todos os dia de cada vez, mas todos os dias com a mesma dificuldade.
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